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Sistema de Apoio à Decisão


De acordo com (HEINRICHS, 2003), para competir no mercado global de hoje, as empresas precisam deter mais conhecimento do que antigamente e, ainda, para obter sucesso, elas precisam saber mais sobre seus clientes, mercados, tecnologias e processos, e precisam ter essas informações antes que seus concorrentes.

Para uma tomada de decisão é necessário ter em mãos informações estratégicas e, tendo em vista esse princípio, as empresas começaram a extrair dados dos seus sistemas operacionais e armazená-los, separados dos dados operacionais, donde surgiram os Sistemas de Apoio à Decisão. Esses sistemas são soluções computacionais desenvolvidas para apoiar a tomada de decisões complexas durante a resolução de problemas. Ferramentas clássicas de Sistemas de Apoio à Decisão compreendem componentes para gerenciamento de banco de dados sofisticados com poderosas funções de modelagem e projetos de interface com o usuário permitem trabalhar interativamente com questões, relatórios e funções gráficas.

Segundo (BIDGOLE, 1989) as decisões são classificadas em:

  • Decisão estruturada: apresenta procedimento operacional padrão, bem definido e claramente projetado. Este tipo de decisão conta com sistemas de informação relativamente fáceis de definir, programáveis, baseados em lógica clássica, fatos e resultados bem definidos, horizonte de tempo pequeno, rotinas repetitivas e voltados para baixos níveis da organização;
  • Decisão semi-estruturada: não é totalmente bem definida, porém incluem aspectos de estruturação; podem em grande parte contar com apoio dos sistemas de informação;
  • Decisão não-estruturada: não apresentam qualquer padrão de procedimento operacional, não se repetem. No tocante aos sistemas de informação, estes podem apenas apoiar ao decisor, o qual precisa contar fortemente com sua intuição, experiência etc. São difíceis de formalizar, envolvem heurística, tentativa e erro, senso comum em adição à lógica, horizonte de tempo longo, raramente replica decisões prévias e voltados para os níveis intermediários e alta gerência.

Um sistema de apoio à decisão possui como arquitetura básica dados, modelo e usuário. Conforme (SPRAGUE & WATSON, 1991) são identificados três níveis de tecnologia necessárias em um ambiente de sistema de apoio à decisão, conforme demonstrado na Figura 1.

Figura 1 – Tecnologias dos SADs


Fonte: BIDGOLI (1989)

  • SAD Especifico: é o sistema em si, combinação de hardware e software usada para apoio à decisão de uma operação especifica;
  • Gerador de SAD: combinação de software e hardware utilizado para desenvolver um SAD Especifico;
  • Ferramentas de SAD: hardware e software usados para desenvolver um SAD Especifico ou um Gerador de SAD.

O processo de tomada de decisão pode ser traduzido como uma sequência de tarefas que envolvem uma grande quantidade de informação com relacionamentos complexos entre si, os Sistemas de Apoio a Decisão tem ênfase na simulação e exploração de dados, com o objetivo de dar suporte às decisões de simulação e exploração de dados. De acordo com (ALTER, 1980) os Sistemas de Apoio à Decisão são classificados em:

  • Sistemas de análise de informações: provêm acesso a uma série de dados orientados a decisão e pequenos modelos para prover informação gerencial, possibilitando a análise através do uso de dados internos. Podem ainda, a partir de dados do passado, gerar previsões para períodos futuros;
  • Modelos de contas: calculam a consequência de ações planejadas sobre a base de definições de contas, em geral, geram estimativas baseadas em variações das entradas nas fórmulas das contas;
  • Modelos de representação: incluem modelos de simulação que estimam a consequência de ações sobre a base de modelos, tais como probabilidades de ocorrências;
  • Modelos de otimização: oferecem linhas de ação para uma solução ótima, considerando as restrições necessárias;
  • Modelos de sugestão: consideram uma sugestão específica para uma decisão, substituindo procedimentos menos eficientes

Essas categorias possuem dois agrupamentos, onde os três primeiros itens pertencem aos sistemas orientados a dados e os demais itens pertencem aos sistemas orientados a modelos. Segundo (BIDGOLI, 1989) à medida em que os usuários começarem a aceitar os conceitos de um Sistema de Apoio à Decisão e a utilizar todos os recursos de sua organização para estimular o aprendizado acerca dos problemas e suas soluções os Sistemas de Apoio à Decisão se tornarão mais efetivos e frequentes.

REFERÊNCIAS

BIDGOLI, H. Decision Support System – Principles and Practice, West Publishing Company, New York, 1989.

HEINRICHS, J.H. and Lim, J. (2003), Integrating web-based data mining tools with business models for knowledge management, Decision Support Systems, Vol. 35 No. 1, pp. 103-12.

SPRAGUE, Jr., WATSON, Hugh J. Sistema de apoio à decisão: Colocando a teoria em prática. Rio de Janeiro: Campus, 1991.


Confira 3 dicas para tornar a sua equipe mais produtiva

Preocupado em melhorar o desempenho e a produtividade da sua equipe de TI? O consultor Brian Souza dá três dicas de como tirar o máximo proveito de seus funcionários.

Sempre aja como um treinador, não como um gerente. Como treinadores, os líderes entendem que a única forma de melhorar sistematicamente o desempenho individual é dar treinamento e feedback construtivo. Avaliações trimestrais  de desempenho por si só não são suficientes para mover uma agulha. Contratar alguém para treinar sua equipe uma vez por ano também não vai levá-lo a lugar algum. Coaching não é um evento. É um processo contínuo que deve  estarintrinsecamente ligado a tudo o que você faz. Estimule, encoraje, apoie, mantenha a motivação e acompanhe as atividades de cada membro da equipe, incentivando o seu crescimento.

Às vezes é preciso reavaliar suas próprias prioridades. É fácil ser pego dedicando mais tempo a trabalhos como planejamento, programação, elaboração de orçamento, alocação de recursos e assim por diante. Faz parte das tarefas da maioria dos gestores. Dedicar um bom tempo ao lado humano da gestão é mais difícil, porque alguns de nós foram ensinados a abordagem correta. A razão dos grandes treinadores sempre tirarem o máximo de suas equipes é reservar o máximo do seu tempo para ela. A única maneira de alcançar seu potencial como líder é ajudar as pessoas em sua equipe alcançar o potencial delas. Ajudá-las a destravar suas habilidades profissionais.

Nunca se esqueça de que o desenvolvimento da liderança começa com o desenvolvimento pessoal. Em suma, tudo começa com você. Para fazer com que a  sua equipe se tornar treinável, você deve primeiro se tornar treinável. Para fazer com que a sua equipe se abra, você deve se abri. Para fazer a sua equipe considerar os comentários e feedbacks, você deve considerar os comentários e os feedbacks que sua equipe dá.

Como treinador, você define o padrão para sua equipe. E o seu exemplo pessoal é a ferramenta mais poderosa de liderança que você tem.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2012/10/05/confira-3-dicas-para-tornar-a-sua-equipe-mais-produtiva/

Google Bucks, a moeda que a Google quase lançou

A Google é uma empresa famosa por tentar expandir seu mercado constantemente, mesmo quando falha. Ela até mesmo cogitou a criação de uma moeda própria, chamada Google Bucks. E isso quase se tornou verdade, uma vez que, segundo Eric Schmidt, presidente da companhia, muitas propostas já foram feitas para eles.

De acordo com o IT World, a informação “vazou” durante uma sessão de perguntas e respostas, logo depois da apresentação do novo Chrome para o Ice Cream Sandwich, na Mobile World Congress 2012.

Mas por que a Google desistiu disso, sendo que tantas empresas tinham interesse na ideia? O fato é que o conceito criado por eles, de criar uma moeda com valor igual não importando o país, é considerada ilegal em muitos lugares, pois tem potencial para ser usada na lavagem de dinheiro.

Link original da noticia: http://www.tecmundo.com.br/google/20003-google-bucks-a-moeda-que-a-google-quase-lancou.htm

Trabalho de Conclusão do Curso

Estou perto de concluir minha especialização em Tecnologia da Informação na Universidade Federal do Ceará (UFC), está faltando apenas um módulo de Redes Neurais e o TCC (Trabalho de Conclusão do Curso), bem falando no meu TCC hoje enviei a proposta do TCC para a coordenação do curso o tema foi "Utilizando a Engenharia de Software para o desenvolvimento de aplicações WEB" abaixo descrevo o que escrevi nos objetivos e na justificativa, espero que tenha ficado bom.

OBJETIVOS:

Este trabalho visa adaptar conceitos e metodologias usados na Engenharia Software, para o processo de desenvolvimento de aplicações WEB, com isso contribuirá para a melhoria do processo de desenvolvimento WEB, disponibilizando assim um conjunto de técnicas que englobará todos os aspectos da produção de um software para WEB. 

JUSTIFICATIVA:

Segundo IAN SOMMERVILLE “A engenharia de software é uma disciplina da engenharia que se ocupa de todos os aspectos da produção de software, desde os estágios iniciais de especificação do sistema até a manutenção desse sistema.”.

A engenharia de software é uma área considerada relativamente nova que adquiriu muito rapidamente uma posição central entre as diferentes vertentes da engenharia. A engenharia de software engloba todo o processo de desenvolvimento do software, sendo assim ela é multidisciplinar e está em constante mudança.

Tendo em vista a grandeza de técnicas e assuntos que a engenharia de software engloba, sugiro uma especificação de processos de desenvolvimento de software que seja voltado para o ambiente WEB. 

Muito em breve vou ter a noticia se meu tema foi aprovado ou não, torço que seja aprovado, até lá pessoal!